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Renault Sandero 1.6 primeira geração: Vale a pena?
Renault Sandero 1.6 primeira geração: Vale a pena?

Renault Sandero 1.6 primeira geração: Vale a pena?

por Emerson Lemes Santos

Um dos melhores compactos usados, de quebra, um francês que quase não sofre preconceitos em solo verde e amarelo...
Carro mais conhecido da Renault aqui no Brasil, o Sandero primeira geração ainda aquece o mercado de usados, e isso não é por acaso.
Com um visual bastante atrativo para a categoria, especialmente na dianteira, porta-malas com 320 litros de capacidade, interior com bom acabamento, gostoso de dirigir, possui computador de bordo e acomoda tranquilamente cinco adultos.

A mecânica do Renault Sandero também está a altura de sua qualidade, especialmente na versão 1.6 litros, e os pontos positivos desse motor não se limitam a apenas seu excelente desempenho, o consumo também é muito coerente com a sua proposta, e fica em torno de 6,4 km/l com etanol e 9 km/l a gasolina dentro da cidade, e na estrada 7,2 km/l com etanol e 11 km/l a gasolina.

O que nós não gostamos no Renault Sandero primeira geração? - os engates do câmbio são duros e não são bem escalonados, e assim, dificulta um pouco as trocas de marchas, pelo menos até se acostumar um pouco com ele. alguns barulhos vindos da suspensão incomodam quando se transita por vias mais irregulares, e o estepe embaixo não ficou legal porque fica sempre sujo, e facilita ações de furto/roubo, em conta partida, possibilita maior espaço ao porta-malas.

O Renault Sandero 1.6 primeira geração é um dos modelos mais interessantes da categoria no mercado de usados, porque combina qualidades raras, que seus concorrentes geralmente não conseguem, e ele é o tipo de carro que surpreende, e é difícil de dar dor de cabeça, principalmente quando encontra um dono a sua altura, e para finalizar, seu preço também é muito justo, então, na duvida de qual compacto usado comprar, vá de Reanult Sandero.
(Foto: Renault/Divulgação)