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Mercado aquecido: Venda de veículos importados cresce 2% em janeiro
Mercado aquecido: Venda de veículos importados cresce 2% em janeiro

Mercado aquecido: Venda de veículos importados cresce 2% em janeiro

por Emerson Lemes Santos


(Foto: Reprodução - José Luiz Gandini, presidente da Abeifa)

As cinco marcas que mais venderam, em janeiro, foram a Kia Motors (885 unidades / +43,2%), Volvo (485 / +32,5%), Land Rover (195 / +9,6%), Suzuki (168 / -7,2%) e Mini (151 / +5,6%).

Em ritmo de verão, o mercado automotivo de importados se hidratou em janeiro - Foram 2.474 unidades comercializadas, 2% mais em relação a igual período de 2018.
Para as montadoras, esse é só o começo, a expectativa é comercializar 50 mil unidades nesse ano, e registrar um aumento de 33% em relação ao ano passado.

Ao todo no Brasil, são 16 marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, que juntas venderam 2.474 unidades, em janeiro.

“Não foi um mês bom para o setor de veículos importados porque amargou resultados negativos acima da média do mercado interno, que apresentou 190.752 unidades emplacadas em janeiro último, alta de 8,7% em relação a janeiro de 2018, e queda de 15,2% ante de dezembro de 2018”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, para quem a economia brasileira dá sinais de recuperação gradual neste início de ano.


As cinco marcas que mais venderam, em janeiro, foram a Kia Motors (885 unidades / +43,2%), Volvo (485 / +32,5%), Land Rover (195 / +9,6%), Suzuki (168 / -7,2%) e Mini (151 / +5,6%).

Dentre as marcas que são associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, o grande destaque foi a CAOA Chery, com 998 unidades emplacadas, o que representa um aumento de 151,4% ante igual período de janeiro de 2018, impulsionada especialmente pelo Chery Tiggo 2 - ele representa a nova era da marca no Brasil, que vem investindo pesado na melhoria da qualidade de seus produtos, além de abertura de novas concessionárias e campanha publicitárias nos mais variados canais.

Vale ressaltar que, no final de 2011, o então ministro da Fazenda, Guido Mantega - anunciou um aumento de 30 pontos percentuais sobre o IPI de carros importados ao Brasil de fora do Mercosul, na época, a medida atingiu em cheio a Jac Motors, que acabará de desembarcar aqui, e gozava de um sucesso acima da média, a medida causou revolta, e também provou que o Governo anterior era protecionista.

Provando que o Brasil era um lugar hostil para as marcas importadas. Será que isso agora vai mudar?
Apesar da alta carga tributária brasileira, dificuldade em encontrar mão de obra especializada e dos altos custos com manutenção/seguro - Muita gente não abre mão do conforto e tecnologia que algumas marcas importadas proporcionam.

... Se depender das marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, a onda de calor no Brasil ainda vai durar bastante.